terça-feira, 30 de março de 2010
Faculdade
sábado, 27 de março de 2010
Histórias que o povo conta...
Professor "Muguilo", vulgo Murilo
"Quando eu era gerente do banco, chegou um cliente na minha mesa e bateu duas vezes. “toc-toc”. Só vi uma sombra, olhei pra cima e pensei “NÓ, f-o-d-e-u". Ai o cara começou a me falar sobre seu problema...
Naquela época, tinha uma conta de investimentos onde você podia transferir da conta corrente para ela. Então ele transferiu. Mas, a conta corrente não podia ficar negativa e o mínimo na conta de investimento deveria ser de R$ 500,00. Como o cara tinha R$ 500,00 na conta corrente, teve que transferir tudo.
Daí, como ele ficou com a conta corrente zerada, isso gerou um imposto. Lembro que gerou um saldo negativo de R$ 0,30. Como a conta não podia ficar negativa, o sistema recuperou os R$ 500,00 da outra conta (já que nela não poderia existir quantia menor) e jogou na poupança.
Daí eu expliquei isso pra ele, roendo as unhas. Daí o cara cresceu mais ainda e disse “Mas quem é esse tal de “Sistema”? Não autorizei ele a mexer na minha conta. Chama ele agora, quero falar com ele.” Ai eu pensei de novo “NÓ, f-o-d-e-u”. Passei muito mal, porque queria rir mas não podia. Depois tive que ir embora do banco. Enfim...
E ai? Como eu ia explicar pro cara que o sistema era algo no computador? Pior, pensei em falar “Você quer conversar com o sistema? Então me vira o rabo que vou lhe enfiar um cabo UBS e você conversa com o sistema”, mas não o fiz. Comecei a explicar, mas imaginando o cara de costas, com um cabo USB no rabo, conversando com o sistema..."
quarta-feira, 17 de março de 2010
#aleatório
quinta-feira, 11 de março de 2010
Primeiro...
Como sou ruim com números, não me lembro o dia, mês, ano... nem sei quantos anos tinha na época. Se não me engano eram 15... e meio. Daí aconteceu.
Não me lembro como e nem por que aconteceu, mas acho que tinha que acontecer. Lembro apenas que era madrugada. Só lembro disso por que só nos encontrávamos na madrugada. Ótimas madrugadas.
Lembro que foi mais ou menos assim. Nos adicionamos, conversamos, paramos de nos falar e depois de MUITO tempo a pessoa puxou assunto por que estava fazendo “uma limpa” no MSN e queria saber de onde eu era e porque estava por lá, nos seus "contatos". Daí começou pra valer e vimos que tínhamos muita coisa em comum. Não tão em comum assim, mas tínhamos muitas coisas.
Não me apaixonei no primeiro instante, pelo contrário. Demorei muito pra cair na real de que era amor, paixão ou sei lá o que. Precisei de quase uma chacoalhada pra ver se acordava. Então, acordei.
Sempre fui tímida e, naqueles momentos, conseguia ser pior. Nada de falar, escrever, puxar assunto... Não sei como me agüentou tanto tempo. Mas acabou que agüentou. Agüentou um bom tempo. Mesmo. Muitos meses, talvez um ano e poucos meses.
Não sei por que, mas conhecer e me apaixonar por pessoas que moram longe sempre me perseguiu. Esse meu primeiro... amor, paixão, sei lá o que, mora no Rio de Janeiro. Carioca. Com o sotaque mais foda do mundo. Adorava ouvir. Mesmo se fosse apenas pra ouvir coisas sem sentido, jogar conversa fora... Era como “música para os meus ouvidos”. E eu me entreguei, de verdade.
Foi nessa época que descobri que meu coração acelera quando certas pessoas entram no MSN. Descobri que rio sozinha, quando leio algo escrito para mim. Descobri que posso sonhar noites e noites com a mesma pessoa, mesmo não lembrando muito do sonho. Descobri tanta coisa, mas era tão “pirralha” que acabei me machucando quando tudo acabou.
O fim foi meio tenso. Sei que cada um deve viver sua vida da maneira que bem entender, mas me magoei de verdade. Realmente “partiu meu coração”. E eu sabia que não poderia fazer nada para evitar e nem seria certo fazer.
Às vezes, tentam reviver o passado, mas minhas lágrimas secaram e meu coração foi ocupado com outras coisas. Não que não me importe mais, muito pelo contrário, apenas não quero mais. É. Às vezes, penso que foi por toda essa história que acabei ficando seca, chata e idiota em alguns bons sentidos.
E como o primeiro a gente nunca esquece, resolvi escrever alguma coisa. E como já passou e não machuca mais, fica mais fácil de escrever, ler, lembrar... foi bom enquanto durou, mesmo. Sempre acho que devo agradecimentos por tudo, me fez crescer e me descobrir bem mais. Então, mesmo sabendo que não lerá isso, obrigada por tudo. Tudo mesmo.
Sabe, as vezes seguir o NOSSO caminho é sempre a melhor escolha. (Super clichê, mas é isso mesmo)