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não leia, não leia, não leia...
domingo, 8 de maio de 2011
Supernatural
Eles falam de tudo e cada episódio mostra como os atores são totalmente bem relacionados à série. É incrível. É, sem dúvidas, a melhor escolha de elenco dessas séries "atuais".
A série tem de tudo um pouco, suspense, romance, família, brigas, humor, coisas-sem-o-menor-sentido e muitos, muitos demônios (que ficam com os olhos negros e acho isso muito, muito lindo e se você tem saudade de Lost, os demônios são fumaças pretas, é bem nostálgico).
Outra coisa totalmente diferente de tudo que você já viu é a forma como os vampiros são. Nada de vampiros bonzinhos, lindos e sedutores. Aqui você não vê apenas dois dentes afiados prontos para te morder, aqui você vê dentes iguais aos de um tubarão, vampiros do mal que não tão nem aí pra nenhuma mortal e muito, muito sangue quando eles aparecem.
A forma como eles mostram a vida dos habitantes do céu também é super digna e um pouco diferente de tudo que você já deve ter visto/lido por ai. É uma visão com muito sentido e que vale a pena acompanhar também. Além do mais, os anjos são uns lindos e quando eles morrem a imagem é espetacular.
É claro que a série devia ter terminado na quinta temporada com aquele final épico e digno de qualquer final de série, mas acho que não tô preparada pra perder esses lindos agora. A sexta temporada começou meia boca, mas já tá melhorando e se tornando uma boa trama também. Guerra no Céu, quem diria?
Céu, inferno, anjos, demônios, Deus, Lúcifer e no meio de tudo isso os famosos terráqueos. Isso é Supernatural.
próximos capítulos
sábado, 26 de março de 2011
tati bernardi
sábado, 8 de janeiro de 2011
um ano
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
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Acordou meio zonza, meio embriagada, meio do outro lado da cama e se deixou levantar. Naquele momento, não sabia nada sobre sua vida, apenas lembrava de existir. Foi ao banheiro, escovou os dentes, sentiu-se tonta e resolveu tomar alguns remédios e logo depois um banho. Como se os remédios fossem ajudar, eles só a faziam dormir e dormir a fazia lembrar e lembrar a fazia beber e beber a fazia esquecer de si própria. Desistiu dos remédios, abriu a armário e encontrou naquela garrafa a sua amiga de todas as horas. Acendeu um cigarro e ficou li, parada, olhando para o nada e lembrando de tudo que havia feito nos últimos meses. Nada, não havia feito nada.
Suas amigas tentavam dizer que dor de amor se resolve com o tempo, mas seu tempo nunca passava, ainda mais com essa vida que começava a levar, sem rumo, sem pessoas, sem histórias, apenas ela, o cigarro e a garrafa.
Vez ou outra assistia tv e como se não bastasse todo o mundo conspirando a favor de dar errado, os filmes que ali passavam só serviam para derrubar mais lágrimas, lembrar mais erros e beber mais. Havia se tornado alcoólatra, o amor faz isso com essas pessoas. Bom, na verdade o amor não faz isso a ninguém, mas a desilusão que ele causa faz e faz bem feito, faz por um bom tempo.
De copos em copos acabava adormecendo e acordando e dormindo de novo. Vida sem graça aquela, onde a única coisa que conseguia ficar na cabeça todo o tempo era ela, o jeito dela, a palavra dela, a sua voz, seu sorriso e as recordações mais belas que um ser humano pode deixar ao outro, mas no final, depois de lembrar das partes mágicas, vinha a parte ruim, a parte do final. Final, não há nada mais doloroso do que ele.
E ali ficava, bebendo, fumando, lembrando. Um dia não mais acordou e se sentiu bem ao ver seu amor lá do alto. Ah! Logo ela que nem em religião acreditava, acabara flutuando depois de seu último sonho. A vira pela última vez e por mais doloroso que foi, aquilo trouxe paz e lágrimas e uma vontade enorme de fumar e de pegar aquela garrafa no armário, mas lá do alto fica complicado. Então voltou, era apenas mais um sonho, acordou e num ato rápido até pensou em ligar, mandar uma mensagem, escrever uma carta, mas não... apenas pegou os cigarros, a garrafa e a solidão, foi até a varanda e ficou pensando, então adormeceu.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Infelizmente (ou não), eu sei meu lugar. Já que quer deixar pra lá, vou deixar pra lá (por enquanto). Se não quer me responder, não responda, não vou cobrar nada (nem é meu direito mesmo, né?). Mas, saiba que eu sempre estarei aqui por você, sempre. Sempre mesmo. E, se por algum motivo o seu 'pra sempre' foi abalado ou, simplesmente, acabou saiba que o meu é igual aqueles de final de livro, compreende? É 'pra sempre' de verdade.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Lembranças
domingo, 4 de abril de 2010
“Mas você parece ser uma pessoa que não demonstra muito seus sentimentos, né?”
Aí é que tá. As pessoas acham que pelo fato de alguns não demonstrarem, é porque não sentem. Mas, muito pelo contrário. Acho que sinto até demais. Só prefiro guardar pra mim. Não me pergunte o porque, sempre foi assim.
Não sei se é só a minha opinião, mas quando as pessoas demonstram demais acabam se tornando frágeis, pois podem achar que como gostam da pessoa, a pessoa automaticamente passa a gostar dela. E não é assim. Não é assim MESMO. Quando você se “declara” a alguém, qualquer simples palavra ou demonstração que a outra pessoa dá acaba se tornando a coisa mais “linda”, “fofa”, “foda”, “fantástica”... que essa pessoa fez. Mas não é assim. As vezes, a pessoa só demonstra carinho e isso não é “gostar” ou “amar”, as vezes (e na imensa maioria das vezes) isso é só afeto e/ou educação. E isso é errado, mentir pra não magoar.
Mas nem é isso que quero dizer. O buraco é mais embaixo. Quero que você veja que quando digo “gosto de você”, “te queria aqui comigo”, “sinto sua falta”, “penso em você sempre” etc, é por que eu REALMENTE sinto tudo isso. E, às vezes, podem ser poucas as palavras, mas o sentimento é BEM maior que todas elas, que todo o dicionário, que todas as palavras em todas as outras línguas, que todas as palavras que nem existem... mas isso ninguém vê, porque simplesmente não demonstro, mas SINTO. E sinto de uma forma gigantesca.
Agora, para de ‘gracinha’ e coloca uma coisa ai dentro da sua cabeça: gosto de você de verdade. É difícil entender? São só cinco palavras.
Sentimentos deveriam ser mais fáceis.
Nunca fui boa com tacos e bolas...
Num belo sábado chuvoso, sem nada pra fazer (e com todo mundo lotado de chocolate, pois ninguém esperou que a Páscoa chegasse para abrir os ovos), fomos para a casa da Si.
A Si, mora lá no quinto dos infernos e a casa dela é grande. Na casa moram ela, o marido, um cachorro, uma cadela e um gatinho MUITO fofo (o Tom).
Chegamos lá às 15 horas e “estudamos” até às 19 horas. “Estudamos”, porque a gente realmente conversou mais do que prestou atenção no exercício, mas mesmo assim, ainda conseguimos fazer algumas partes.
Eis que a mesa de sinuca estava me chamando e não conseguia parar de olhá-la. Então, a Si, vendo que eu estava inquieta na mesa querendo sair logo dali, disse: Vamos lá jogar? Como ela é dona da casa não tinha como dizer “não”. Então fomos, todos. Jogamos e jogamos. O bom é que ninguém é bom (tirando o Paulinho e o amigo dele). Eram partidas de 40 minutos, no mínimo. A gente deu boas risadas.
Começamos o churrasco e a Si abriu uma garrafa de vodka pra gente (ela e eu). Começou a fazer minha bebida e, quando vi, já tava tontinha. Quem diz que joga melhor sinuca quando está bêbado, deveria me ensinar. Comigo é totalmente ao contrário, consigo ficar BEM pior. Mas enfim, fiz parceria com o Gui, depois com a Japa, depois com o amigo do Paulinho... eu era de todo mundo.
Foi bom, voltei pra casa 1 hora e pouco da manhã. Fiquei doze horas na casa dela, cara. Quanta coisa. Pena que ela mora lá do outro lado da cidade.
Esperando, ansiosamente, outros dias de estudo.