quarta-feira, 3 de novembro de 2010

#

Acordou meio zonza, meio embriagada, meio do outro lado da cama e se deixou levantar. Naquele momento, não sabia nada sobre sua vida, apenas lembrava de existir. Foi ao banheiro, escovou os dentes, sentiu-se tonta e resolveu tomar alguns remédios e logo depois um banho. Como se os remédios fossem ajudar, eles só a faziam dormir e dormir a fazia lembrar e lembrar a fazia beber e beber a fazia esquecer de si própria. Desistiu dos remédios, abriu a armário e encontrou naquela garrafa a sua amiga de todas as horas. Acendeu um cigarro e ficou li, parada, olhando para o nada e lembrando de tudo que havia feito nos últimos meses. Nada, não havia feito nada.

Suas amigas tentavam dizer que dor de amor se resolve com o tempo, mas seu tempo nunca passava, ainda mais com essa vida que começava a levar, sem rumo, sem pessoas, sem histórias, apenas ela, o cigarro e a garrafa.

Vez ou outra assistia tv e como se não bastasse todo o mundo conspirando a favor de dar errado, os filmes que ali passavam só serviam para derrubar mais lágrimas, lembrar mais erros e beber mais. Havia se tornado alcoólatra, o amor faz isso com essas pessoas. Bom, na verdade o amor não faz isso a ninguém, mas a desilusão que ele causa faz e faz bem feito, faz por um bom tempo.

De copos em copos acabava adormecendo e acordando e dormindo de novo. Vida sem graça aquela, onde a única coisa que conseguia ficar na cabeça todo o tempo era ela, o jeito dela, a palavra dela, a sua voz, seu sorriso e as recordações mais belas que um ser humano pode deixar ao outro, mas no final, depois de lembrar das partes mágicas, vinha a parte ruim, a parte do final. Final, não há nada mais doloroso do que ele.

E ali ficava, bebendo, fumando, lembrando. Um dia não mais acordou e se sentiu bem ao ver seu amor lá do alto. Ah! Logo ela que nem em religião acreditava, acabara flutuando depois de seu último sonho. A vira pela última vez e por mais doloroso que foi, aquilo trouxe paz e lágrimas e uma vontade enorme de fumar e de pegar aquela garrafa no armário, mas lá do alto fica complicado. Então voltou, era apenas mais um sonho, acordou e num ato rápido até pensou em ligar, mandar uma mensagem, escrever uma carta, mas não... apenas pegou os cigarros, a garrafa e a solidão, foi até a varanda e ficou pensando, então adormeceu.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Caiu. Simplesmente caiu a ficha. Acho que perdi, por enquanto. Sabe, tudo tem seu tempo, né mesmo? Agora é meu tempo de ser triste, chorar, tentar colar meu coraçãozinho e seguir. As coisas são sempre assim. Sempre. Mas, não sei porque, me sinto orgulhosa em dizer que não vou desistir, não vou mesmo. Pode ser que apareça a coragem (se é que é isso que me falta) daqui duzentos anos, mas vou ser feliz e é contigo do meu lado, bora apostar?
Infelizmente (ou não), eu sei meu lugar. Já que quer deixar pra lá, vou deixar pra lá (por enquanto). Se não quer me responder, não responda, não vou cobrar nada (nem é meu direito mesmo, né?). Mas, saiba que eu sempre estarei aqui por você, sempre. Sempre mesmo. E, se por algum motivo o seu 'pra sempre' foi abalado ou, simplesmente, acabou saiba que o meu é igual aqueles de final de livro, compreende? É 'pra sempre' de verdade.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

E mesmo sem te ver, acho até que estou indo bem...

Minha vida anda tão normal que nem merece ser escrita. Não que a normalidade não mereça seu lugar, mas acaba ficando tudo muito igual, repetitivo, cansativo, chato...
Meus dias estão sendo ocupados de leitura, brincadeiras com a Julie, estudos e mais estudos e alguns porres de final de semana, nada de muito criativo ou estimulante.
Creio que esse final de semana valeu bastante a pena, me "desligou" um pouco de um mundo onde, acredito eu, não posso controlar nada, nem ninguém e isso me assusta. Não que seja uma pessoa controladora, mas nesse mundo as pessoas parecem usar máscaras que dificilmente irão cair e isso me assusta ainda mais. Porém, podem ser apenas coisas da minha cabeça, se é que você me entende.
Enfim, espero que a semana acabe logo.

sábado, 10 de abril de 2010

Lembranças

Pedro, Alessandra, Mariana e Wellington numa conversa sobre passado...

Foi quando o Pedro perguntou Vocês lembram quando a gente brincava aqui na rua? E todo mundo disse "sim", balançando a cabeça de forma positiva e "viajando nas idéias" como num flashback. É claro que nossas lembranças eram diferentes, vistas por outros olhos, de outros ângulos, com outras conclusões... mas eram as mesmas lembranças, vivemos os mesmos dias, rimos ou choramos dos mesmos tombos, corremos as mesmas ruas, chutamos as mesmas bolas... e estamos aqui, no mesmo lugar só que, dessa vez, com responsabilidades e altura.
É claro que naquela época a gente pensava muito mais no presente do que no futuro. E agora, pensamos mais no passado do que no presente e nunca deixamos o futuro de lado. É estranho. É estranho lembrar que fomos amigos e ainda somos e que nada mudou, só a idade. É claro que quando se cresce você acaba ficando mais careta e não faz tudo com a mesma intensidade, vontade e inocência de antes. Mas quem diria, mais de dez anos depois ainda estamos aqui, juntos e amigos. É claro que muita gente deve viver isso, ter aquela amizade "pra sempre", sabe? Mas isso, geralmente acontece na escola. Com a gente não. A gente se conheceu aqui, onde moramos. O destino colocou cada um em uma quadra da cidade, pertinho, aqui do lado direito, aqui do lado esquerdo, virando ali... E pra quem não acredita em destino, isso é, ao menos, inusitado.
Enfim... antes de falar deles queria falar das brincadeiras. Eram tantas...

Sempre quando tinha alguma festinha na travessa, a gente fazia amizade com todas as crianças (porque criança é assim e isso é muito mágico) e íamos brincar de "pique-esconde". É claro que a gente sempre se escondia junto e se ajudava. Como aqui é "pequeno" não tinha muito lugar pra se esconder então, na maioria das vezes, a gente só dava uma volta na quadra e quando a pessoa que tava procurando já tava quase virando a outra esquina, a gente ia andando e batia no pique. Quando ficamos maiores um pouco e tinha aquela história de começar a beijar e tudo mais, nessas nossas voltas na quadra ficávamos com quem estávamos "afim". É engraçado lembrar.
Além do pique-esconde, brincávamos de "X" no chão. Isso era na casa da Dani. A gente marcava o chão com alguns "X's" e eles eram o "pique", sabe? É estranho, mas era engraçado. A gente brincava tardes e mais tardes.
Tinha também o futebol. Como aqui é travessa e não passa muito carro, dava pra jogar super tranquilo. A gente ralou muito joelho e acabamos com muitos dedos.
Teve a época do "Bets" (aquele com garrafa, tacos, bolinha e marcas no chão). Como era em dupla a gente sempre jogava com os mesmos parceiros. Fizemos alguns campeonatos e estouramos algumas bolinhas. Cara, a gente era muito forte porque as bolinhas atravessavam as ruas e iam parar lá no outro quarteirão.
Tinha aquela brincadeira também, que sempre me esqueço como era... devia ser dolorido pra quem ficava de "quatro" no chão. Acho que o nome era "estrela nova cela" (?). Era tensa, mas engraçada.
Depois de um tempo a gente começou a ir mais na cada do Well. Lá, nós jogávamos futebol, WAR, QI, Detetive ou qualquer outro jogo. A gente ia pra lá a tarde, umas 17 horas, e voltávamos umas 22 horas.

Era tão bom tudo aquilo... mas aos poucos a gente foi "crescendo e deixando de lado". Só sei que vivi tudo intensamente e tenho ótimas lembranças e, pelo que a gente tava conversando, o Pedro, a Alê e o Well também devem ter.
É bom saber que crescemos e vivemos tudo aquilo junto.
Hoje, o Wellington trabalha no núcleo de Odontologia da USP e faz Economia por lá. O Pedro, trabalhou no Shopping quase dois anos e agora ta "desempregado", mas nem ta procurando emprego porque quer "curtir" um pouco. A Alessandra tem diploma de Pedagogia e trabalha na mesma loja onde o Pedro trabalhou. Eu, bom... todo mundo sabe... sou a vagal que só estuda.
É bom saber que, apesar de tudo, ainda somos amigos. E é bom saber, também, que se eles me aturaram dez anos (pra mais) podem me aturar pelo resto da vida.

domingo, 4 de abril de 2010

“Mas você parece ser uma pessoa que não demonstra muito seus sentimentos, né?”

Aí é que tá. As pessoas acham que pelo fato de alguns não demonstrarem, é porque não sentem. Mas, muito pelo contrário. Acho que sinto até demais. Só prefiro guardar pra mim. Não me pergunte o porque, sempre foi assim.

Não sei se é só a minha opinião, mas quando as pessoas demonstram demais acabam se tornando frágeis, pois podem achar que como gostam da pessoa, a pessoa automaticamente passa a gostar dela. E não é assim. Não é assim MESMO. Quando você se “declara” a alguém, qualquer simples palavra ou demonstração que a outra pessoa dá acaba se tornando a coisa mais “linda”, “fofa”, “foda”, “fantástica”... que essa pessoa fez. Mas não é assim. As vezes, a pessoa só demonstra carinho e isso não é “gostar” ou “amar”, as vezes (e na imensa maioria das vezes) isso é só afeto e/ou educação. E isso é errado, mentir pra não magoar.

Mas nem é isso que quero dizer. O buraco é mais embaixo. Quero que você veja que quando digo “gosto de você”, “te queria aqui comigo”, “sinto sua falta”, “penso em você sempre” etc, é por que eu REALMENTE sinto tudo isso. E, às vezes, podem ser poucas as palavras, mas o sentimento é BEM maior que todas elas, que todo o dicionário, que todas as palavras em todas as outras línguas, que todas as palavras que nem existem... mas isso ninguém vê, porque simplesmente não demonstro, mas SINTO. E sinto de uma forma gigantesca.

Agora, para de ‘gracinha’ e coloca uma coisa ai dentro da sua cabeça: gosto de você de verdade. É difícil entender? São só cinco palavras.

Sentimentos deveriam ser mais fáceis.

Nunca fui boa com tacos e bolas...

Era uma vez... cinco universitários que tentavam entender um pouco mais de uma matéria considerada FO-DA (pense na matéria mais foda que você já viu, agora pense em números, agora pense em números quebrados que deverão ser guardados para que considere-se todas as 25 casas depois da vírgula (para dar o número mais “exato” possível), agora pense em impostos, agora pense em porcentagem, agora pense em um exercício de DUAS folhas (com os dados para chegar na resposta final), agora pense em mil passos para chegar numa fórmula enorme. Pensou? Então, é um pouco mais difícil que isso). Para isso, não bastava estudar na sala, na biblioteca, em casa... a gente tinha que se reunir. E o fizemos.

Num belo sábado chuvoso, sem nada pra fazer (e com todo mundo lotado de chocolate, pois ninguém esperou que a Páscoa chegasse para abrir os ovos), fomos para a casa da Si.

A Si, mora lá no quinto dos infernos e a casa dela é grande. Na casa moram ela, o marido, um cachorro, uma cadela e um gatinho MUITO fofo (o Tom).

Chegamos lá às 15 horas e “estudamos” até às 19 horas. “Estudamos”, porque a gente realmente conversou mais do que prestou atenção no exercício, mas mesmo assim, ainda conseguimos fazer algumas partes.

Eis que a mesa de sinuca estava me chamando e não conseguia parar de olhá-la. Então, a Si, vendo que eu estava inquieta na mesa querendo sair logo dali, disse: Vamos lá jogar? Como ela é dona da casa não tinha como dizer “não”. Então fomos, todos. Jogamos e jogamos. O bom é que ninguém é bom (tirando o Paulinho e o amigo dele). Eram partidas de 40 minutos, no mínimo. A gente deu boas risadas.

Começamos o churrasco e a Si abriu uma garrafa de vodka pra gente (ela e eu). Começou a fazer minha bebida e, quando vi, já tava tontinha. Quem diz que joga melhor sinuca quando está bêbado, deveria me ensinar. Comigo é totalmente ao contrário, consigo ficar BEM pior. Mas enfim, fiz parceria com o Gui, depois com a Japa, depois com o amigo do Paulinho... eu era de todo mundo.

Foi bom, voltei pra casa 1 hora e pouco da manhã. Fiquei doze horas na casa dela, cara. Quanta coisa. Pena que ela mora lá do outro lado da cidade.

Esperando, ansiosamente, outros dias de estudo.

Nunca fui boa com tacos e bolas...

Era uma vez... cinco universitários que tentavam entender um pouco mais de uma matéria considerada FO-DA (pense na matéria mais foda que você já viu, agora pense em números, agora pense em números quebrados que deverão ser guardados para que considere-se todas as 25 casas depois da vírgula (para dar o número mais “exato” possível), agora pense em impostos, agora pense em porcentagem, agora pense em um exercício de DUAS folhas (com os dados para chegar na resposta final), agora pense em mil passos para chegar numa fórmula enorme. Pensou? Então, é um pouco mais difícil que isso). Para isso, não bastava estudar na sala, na biblioteca, em casa... a gente tinha que se reunir. E o fizemos.

Num belo sábado chuvoso, sem nada pra fazer (e com todo mundo lotado de chocolate, pois ninguém esperou que a Páscoa chegasse para abrir os ovos), fomos para a casa da Si.

A Si, mora lá no quinto dos infernos e a casa dela é grande. Na casa moram ela, o marido, um cachorro, uma cadela e um gatinho MUITO fofo (o Tom).

Chegamos lá às 15 horas e “estudamos” até às 19 horas. “Estudamos”, porque a gente realmente conversou mais do que prestou atenção no exercício, mas mesmo assim, ainda conseguimos fazer algumas partes.

Eis que a mesa de sinuca estava me chamando e não conseguia parar de olhá-la. Então, a Si, vendo que eu estava inquieta na mesa querendo sair logo dali, disse: Vamos lá jogar? Como ela é dona da casa não tinha como dizer “não”. Então fomos, todos. Jogamos e jogamos. O bom é que ninguém é bom (tirando o Paulinho e o amigo dele). Eram partidas de 40 minutos, no mínimo. A gente deu boas risadas.

Começamos o churrasco e a Si abriu uma garrafa de vodka pra gente (ela e eu). Começou a fazer minha bebida e, quando vi, já tava tontinha. Quem diz que joga melhor sinuca quando está bêbado, deveria me ensinar. Comigo é totalmente ao contrário, consigo ficar BEM pior. Mas enfim, fiz parceria com o Gui, depois com a Japa, depois com o amigo do Paulinho... eu era de todo mundo.

Foi bom, voltei pra casa 1 hora e pouco da manhã. Fiquei doze horas na casa dela, cara. Quanta coisa. Pena que ela mora lá do outro lado da cidade.

Esperando, ansiosamente, outros dias de estudo.


terça-feira, 30 de março de 2010

Faculdade

Aula, matéria, palavras, números, contas, calculadora, lápis, caneta e borracha, muita borracha. Escreve, escreve, escreve... explicação, discussão, exemplos teóricos, exemplos práticos. Números (sim, de novo), palavras (muito mais palavras), raciocínio lógico, raciocínio não tão lógico assim, exercícios, fórmulas e mais números. Não vivemos só de contas. Marcas, patentes, clientes, exemplos... Mais exemplos. Provas, provas, provas... Quatro P’s: Preço, produto, praça, promoção; com mais quatro viram oito: processos, produtividade, pessoas, physical evidence. Construir valor. Valor, custo, planejamento, controle, qualidade, eficiência, eficácia, metas, objetivos e estratégias. Crédito, débito, passivo, ativo (rere), patrimônio líquido, sócios, deveres e obrigações, direitos, bens e serviços. Sazonalidade, Perecibilidade e outros dois que nem lembro. Bolsa de valores, valores. Bancos, financeiras, análise de crédito. Preço, quantidade, mão-de-obra, gasto fixo, gasto variável. Custo é uma coisa, preço é outra. Gasto. Salário, direito do empregado, direito do empregador. Uniforme, EPI, décimo terceiro, férias. Vantagens e desvantagens. Pontos fortes e pontos fracos. Análise SWOT. Organograma, fluxograma. Kotler, Porter, Ford, Fayol... Comportamento, saber ouvir, saber falar, saber o que quer e saber onde quer chegar. Entender as pessoas, entender a si mesmo. Falar a mesma língua, passar uma mensagem clara e objetiva. Saber se vestir para cada ocasião. Intervalo. Ponto de equilíbrio, faturamento líquido, lucro líquido, lucro bruto, lucro, prejuízo, porcentagem, quatro casas depois da vírgula. Histórias que contam, histórias que ouvimos. Empresas de grande, médio e pequeno porte. Excel. Tempo, espaço. Apostilas, textos, gráficos, análises, comentários, trabalhos em sala, trabalhos para casa, seminários... e mais um monte de coisas que nem lembro mais. Quem disse que seria fácil?

sábado, 27 de março de 2010

Histórias que o povo conta...

Professor "Muguilo", vulgo Murilo

"Quando eu era gerente do banco, chegou um cliente na minha mesa e bateu duas vezes. “toc-toc”. Só vi uma sombra, olhei pra cima e pensei “, f-o-d-e-u". Ai o cara começou a me falar sobre seu problema...

Naquela época, tinha uma conta de investimentos onde você podia transferir da conta corrente para ela. Então ele transferiu. Mas, a conta corrente não podia ficar negativa e o mínimo na conta de investimento deveria ser de R$ 500,00. Como o cara tinha R$ 500,00 na conta corrente, teve que transferir tudo.

Daí, como ele ficou com a conta corrente zerada, isso gerou um imposto. Lembro que gerou um saldo negativo de R$ 0,30. Como a conta não podia ficar negativa, o sistema recuperou os R$ 500,00 da outra conta (já que nela não poderia existir quantia menor) e jogou na poupança.

Daí eu expliquei isso pra ele, roendo as unhas. Daí o cara cresceu mais ainda e disse “Mas quem é esse tal de “Sistema”? Não autorizei ele a mexer na minha conta. Chama ele agora, quero falar com ele.” Ai eu pensei de novo “NÓ, f-o-d-e-u”. Passei muito mal, porque queria rir mas não podia. Depois tive que ir embora do banco. Enfim...

E ai? Como eu ia explicar pro cara que o sistema era algo no computador? Pior, pensei em falar “Você quer conversar com o sistema? Então me vira o rabo que vou lhe enfiar um cabo UBS e você conversa com o sistema”, mas não o fiz. Comecei a explicar, mas imaginando o cara de costas, com um cabo USB no rabo, conversando com o sistema..."



quarta-feira, 17 de março de 2010

#aleatório

Sabe quando você tira um peso das costas? Isso te dá uma sensação de liberdade, sei lá. Aconteceu comigo, por dois motivos... mostrei um texto e acabei "ajudando" alguém a seguir mais "leve" e tive uma conversa que queria ter fazia um tempo, mas estávamos sem coragem (ou esperando o tempo certo, mesmo sabendo que pra nós esse tempo nem existe).
Ontem foi um dia cheio de "realizações" e de muito mais "pé no chão", com uma pitada de "matar saudade". É. Valeu a pena. Valeu pelos dois motivos. Ambos me deixaram bem feliz. Valeu ter ficado por aqui até quase cinco horas da manhã, fingindo estar estudando. Valeu.
Agora é ver se aquilo tudo será seguido ou foi apenas mais uma noite cheia de conversas jogadas fora.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Primeiro...

Como sou ruim com números, não me lembro o dia, mês, ano... nem sei quantos anos tinha na época. Se não me engano eram 15... e meio. Daí aconteceu.

Não me lembro como e nem por que aconteceu, mas acho que tinha que acontecer. Lembro apenas que era madrugada. Só lembro disso por que só nos encontrávamos na madrugada. Ótimas madrugadas.

Lembro que foi mais ou menos assim. Nos adicionamos, conversamos, paramos de nos falar e depois de MUITO tempo a pessoa puxou assunto por que estava fazendo “uma limpa” no MSN e queria saber de onde eu era e porque estava por lá, nos seus "contatos". Daí começou pra valer e vimos que tínhamos muita coisa em comum. Não tão em comum assim, mas tínhamos muitas coisas.

Não me apaixonei no primeiro instante, pelo contrário. Demorei muito pra cair na real de que era amor, paixão ou sei lá o que. Precisei de quase uma chacoalhada pra ver se acordava. Então, acordei.

Sempre fui tímida e, naqueles momentos, conseguia ser pior. Nada de falar, escrever, puxar assunto... Não sei como me agüentou tanto tempo. Mas acabou que agüentou. Agüentou um bom tempo. Mesmo. Muitos meses, talvez um ano e poucos meses.

Não sei por que, mas conhecer e me apaixonar por pessoas que moram longe sempre me perseguiu. Esse meu primeiro... amor, paixão, sei lá o que, mora no Rio de Janeiro. Carioca. Com o sotaque mais foda do mundo. Adorava ouvir. Mesmo se fosse apenas pra ouvir coisas sem sentido, jogar conversa fora... Era como “música para os meus ouvidos”. E eu me entreguei, de verdade.

Foi nessa época que descobri que meu coração acelera quando certas pessoas entram no MSN. Descobri que rio sozinha, quando leio algo escrito para mim. Descobri que posso sonhar noites e noites com a mesma pessoa, mesmo não lembrando muito do sonho. Descobri tanta coisa, mas era tão “pirralha” que acabei me machucando quando tudo acabou.

O fim foi meio tenso. Sei que cada um deve viver sua vida da maneira que bem entender, mas me magoei de verdade. Realmente “partiu meu coração”. E eu sabia que não poderia fazer nada para evitar e nem seria certo fazer.

Às vezes, tentam reviver o passado, mas minhas lágrimas secaram e meu coração foi ocupado com outras coisas. Não que não me importe mais, muito pelo contrário, apenas não quero mais. É. Às vezes, penso que foi por toda essa história que acabei ficando seca, chata e idiota em alguns bons sentidos.

E como o primeiro a gente nunca esquece, resolvi escrever alguma coisa. E como já passou e não machuca mais, fica mais fácil de escrever, ler, lembrar... foi bom enquanto durou, mesmo. Sempre acho que devo agradecimentos por tudo, me fez crescer e me descobrir bem mais. Então, mesmo sabendo que não lerá isso, obrigada por tudo. Tudo mesmo.

Sabe, as vezes seguir o NOSSO caminho é sempre a melhor escolha. (Super clichê, mas é isso mesmo)


segunda-feira, 1 de março de 2010

Meus quase 20 anos...

Nasci. Tive uma infância boa, pelo que vejo nas fotos, já que não lembro de nada, nada mesmo. Fui crescendo e conhecendo pessoas, lugares, tendo experiências, sentindo emoções fortes... Convivi bastante com a família quando era menor, ia para o sítio, para o rancho do papai, para a casa de parentes em Minas, viajava nas férias para as praias, campos, parques... Daí, fui crescendo...
Sempre gostei de jogar futebol (e isso não quer dizer nada) e na minha travessa sempre teve muitos meninos que também gostavam, então ficávamos brincando até tarde (11 da noite). Essa foi a época de foder o joelho, o dedo, o braço, o rosto... Uma época inocente, onde meninos e meninas brincavam sem malícia alguma. Lembro da casa da Dani. Brincávamos de "X no chão", era tão bom. Lembro também da briga com a Dani pelo travesseiro do Mickey do Pedro, rere. A gente rolou no chão, puxando cabelos e dando tapas. Saudade da Dani e saudade daquela época.
Tive muitos vizinhos. Eles nunca param aqui. As mulheres da travessa são linguarudas e estão sempre brigando. Acho que isso espanta pessoas direitas. Muitas pessoas, diga-se de passagem.
Tinha uma vizinha que era quase como a "Bruxa do 71". As crianças tinham medo dela. A gente jogava coisas no quintal dela e nos escondíamos para ver o que ela faria. Ela nunca fazia nada. Ela era estranha, bem estranha. Dona Cida, o nome dela. Depois de um tempo, acho que eu devia ter uns 11 ou 12 anos, ela se mudou não se pra onde. Foi-se sem dizer tchau. O Tiago mudou-se para a casa dela, junto com a mulher e o filhinho. Não me lembro muito do Tiago, mas ele me adorava quando pequena, ficava brincando comigo, me empurrava no balanço, me ajudava com a bicicleta... Hoje, ele faz faculdade onde faço e eu nem falo com ele. Tenso.
Quando tinha uns 10 anos, foi quando conheci o Pedro. Ele ainda não morava na travessa, morava em uma das ruas que a dividia. Minha mãe conhecia a mãe dele e me levou lá um dia. Nós jogávamos vídeo-game quase sempre. Mas não me lembro de muita coisa dessa época. A Alessandra era mais amiga dele do que eu, eram vizinhos de verdade. Fui conhecê-la depois de uns 2 anos.
Quando tinha 12 anos foi quando minha vida mudou de verdade, em relação as amizades. O Pedro se mudou para a travessa, então ficamos mais juntos e conversávamos mais. A Alessandra ficou "best friend" da Dani, então vinha na travessa sempre. O Wellington, que eu só conhecia da escola, por que estudávamos na mesma sala, mudou-se para a travessa também. Nessa época eu gostava dele, rere. E a Alessandra disse isso a ele, Deus. Lembro que fiquei com muita vergonha, mas depois vi que era só amizade, graças.
Nessa época começaram a chegar pessoas de outros lugares aqui. Como o Wesley, o Marquin, uma menina que nem me lembro o nome, o Paulo e sua irmã, o Renato... um bando de gente. A travessa ficava cheia e nós ficávamos conversando em frente a casa da Dani até um pouco mais tarde. Nessa época, a Dani era A pegadora, não deixava um menino passar batido, rere.
Daí a gente foi crescendo e a Dani se mudou. Aparece na casa da Alessandra de vez em quando. A Dani é gente boa. Me ensinou a puxar cabelo de mulher #pensa.
Na época a Alessandra, o Well, a Dani e eu estudávamos na mesma escola. Então, íamos todos juntos e atrasados. Quando a Dani se mudou ficamos em apenas três e logo a Alessandra se formou e ficamos em dois. Bons tempos.
Ainda na minha época de 13, 14 anos... depois que a Dani se mudou, começamos a ir pra casa da Alessandra e conversávamos por lá. Então conheci a Andréa e a Menikem, que moravam em frente. Conheci também o Klébin, que foi quase meu primeiro beijo, Deus. Era boa aquela época. O Pedro começou a namorar a Menikem, HM. A Andréa pegava um monte de moleques e foi indo, indo, indo... Lembro que acabamos conhecendo um pessoal que morava lá em cima, umas 8 quadras daqui, então íamos lá de vez em quando. Conhecemos a Fabiana também, que pegou todos os meninos que existiam aqui, rere. Agora, por obra do destino, ela trabalha na loja junto com o Pedro e a Alessandra.
Bom, depois que a Alessandra terminou o colegial, começou a fazer faculdade a noite. Então, nem íamos mais pra lá. Ficávamos mais na casa do Well. Jogávamos "Bets" e futebol na rua e quando estava chovendo, jogávamos WAR, QI, Detetive, Jogo da Vida ou vídeo-game mesmo. Íamos lá todas as noites.
Quando começamos o colegial, minha vida mudou DE VERDADE. O Pedro foi pra uma escola do mal, onde aprendeu coisas do mal e acabou me ensinando e me levando para um mal caminho #pensa. Sempre ia até a escola dele e ficava lá em frente, fazendo coisas quase erradas. Foi a melhor época. Conheci muita gente e acabei me conhecendo melhor também. Íamos muito ao Shopping e a Pracinha do Mal. Saudade de tudo aquilo. Era meio tenso, mas era muito bom. Mesmo.
Meu terceiro ano de colegial foi estranho. A gente nem estudava, só conversava e ninguém ligava a mínima pra vestibular. Nossa sala nem era unida, mas todo mundo chorou cantando "Por Enquanto". Ah! Esse dia foi bom, muito bom. A gente viajava bastante, curtia bastante, fazia festinhas na sala (mesmo não podendo), fizemos a diretora chorar nos últimos dias, por que ela nos adorava. Lembro das nossas fugas desesperadas. A melhor época.
Quando terminei o colegial consegui um emprego no cinema. Comecei em lugar e em menos de um mês estava em outro. A gerente me adorava (RISOS) e fazia tudo que eu pedia (MUITO RISOS), mas não soube aproveitar muito bem. Era um lugar onde salário não importava, porque aquilo nem salário era, de tão pequeno. As pessoas iam trabalhar felizes. A gente brincava na cozinha, assistia filmes no horário de trabalho, escorregávamos na sala desativada, ficávamos dando voltas no Shopping fingindo que estávamos trabalhando... era tão bom. Fiquei 5 meses por lá e me arrependo de ter saído tão rápido.
Ai começou a faculdade e eu estava totalmente estressada, já que não queria aquele curso. Nos primeiros dias, sentava no canto, sem falar com ninguém. Até que um dia, tivemos que sentar em grupo, daí as meninas me chamaram. Conheci a Bruna, a Aline, a Lô e a Ju. Depois conheci os meninos, O Marcus, o Tiago, o Deus. Depois conheci as outras meninas, a Denise e a Camila... conheci mais algumas pessoas que nem fazem mais aula. Ficamos um ano naquela sala, mas acabou ficando insuportável, pois o pessoal do fundo era do mal. Então nos mudamos para a outra sala. Fiquei no meu grupinho mais uns 7 meses, daí comecei a ir cada vez mais pro fundo, até sentar de vez com o Gui, a Si, a Japa e a Lu. Nem sei direito porque fui pro fundo, já que gosto do pessoal da frente, mas eles não me entendem muito bem (se é que me entendem). Todos namoram lá embaixo, me sentia meio "diferente" #pensa.
Ano passado, comecei a trabalhar numa "copiadora" e era um saco. De verdade. Eu nem trabalhava, por que não tinha muita coisa pra fazer. Ficava estudando o dia todo e isso me cansou. Fiquei 6 meses e pedi demissão. Essa foi uma escolha que não me arrependo e ainda acho que aguentei demais.
Depois desse último "emprego" fico dizendo sempre que vou arrumar um estágio, mas não procuro por que nem sei o que quero. Quero dinheiro, claro. Mas não sei se arrumarei algo que gosto, sabe? Por que, trabalhar sem gostar é um porre. Daí acabo enrolando e tô aqui, há quase um ano sem trabalho. Tenso.
E como digo que sempre me arrependo das minhas escolhas, sei que vou me arrepender por ter perdido tanto tempo sem fazer nada, mas enquanto não me arrependo, vou ficando assim.

Nunca pensei que iria crescer. Pensei que pudesse ser criança pra sempre, sabe? Estilo Peter Pan. Mas, infelizmente, não é assim.
Daqui dois meses (um pouco menos) completo 20 (VINTE) anos. É muita coisa, gente. O pior é que passou tudo muito rápido. Sei que isso é meio clichê, mas até ontem eu tinha 17 anos, pô. Ah! Meus 17 anos, hm. Outro dia conto como foi aquele ano; um dos melhores, se não o melhor #pensa.
Pior que fico pensando no passado e vejo que nunca fiz nada de importante, nem pra mim e nem pra ninguém. Como se eu só tivesse existido e não vivido, saca? Não consigo lembrar de nada produtivo, só de perdas. A maioria das pessoas que conheci nesse tempo se foram, por que EU fiz isso acontecer. Só as que sempre estiveram aqui que continuam. As meninas do colégio, vejo algumas por que fazem faculdade no mesmo lugar que eu, mas não é nada igual. Nem converso mais com pessoas que conversava todos os dias, em todas as aulas. Os moleques do cinema, nunca mais os vi e só AS VEZES falo com algum deles por aqui. Cara, são pessoas que eu convivia diariamente. Como posso deixa-las irem assim? Sem contar os "amigos virtuais" que já nem me restam. Afastei todos, é. Ah! Esse meu jeito complicado que me acaba com a vida.
Fico pensando no pessoal da faculdade. Gosto tanto deles, mas e depois que o curso acabar? Será que vai acontecer a mesma coisa que sempre acontece comigo? Meu, não quero isso. Não quero mesmo. Mas como faz pra mudar? Afasto as pessoas sem querer. Não quero mais isso pra mim.
Sem contar as pessoas que perdi, achando que estava fazendo o certo quando, na verdade, só fiz merda. Sempre fico segura sobre minhas escolhas, mas depois repenso e realmente acho que fiz merdas e mais merdas. E isso não é apenas para pessoas, mas também para trabalhos, cursos, experiências... Deixo tudo passar e quando vejo não dá mais pra voltar atrás.
Enfim, até meus textos são complicados de entender. Nem me expressar sei. Tsc, que vidinha complicada.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Sabe, meus dias se resumem em ver o dia passar, ir pra faculdade e chegar o melhor momento, quando, de alguma forma, me sinto mais feliz só por estar aqui. Pois é, pois é. E digo isso sem um pingo de exagero.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Meus dias estão bem normais. Logo, não tenho muito a dizer. Só que sinto saudades e queria voltar pra longe daqui. Essa cidadezinha não tem a mínima graça quando estou só, me sentindo ainda mais só. Isso soa tão emo, mas é assim que me sinto longe.
As vezes penso que me apaixonei e nem poderia, acho que não é a mesma coisa para o outro. Só espero não me magoar com tudo isso, por minha culpa ainda.

I look to the time with you to keep me awake and alive (8' - Sara Bareilles -- In Your Eyes

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Ontem parece que a noite foi feita apenas para lembrar de alguém. Como se precisasse de todos os acontecimentos para ficar com a cabeça em apenas uma pessoa - deixo claro que nem preciso de nada para lembrar, até por que nem é lembrar já que não sai da minha cabeça –, como se precisasse, tsc. O mesmo cigarro correndo os pulmões, o vinho barato que me faz lembrar (e eu nem sei o porque), uma mensagem para me deixar com os olhos brilhando apenas por saber que em um minutinho de sua vida pensou em mim, a escrevendo e, para finalizar, uma noite cheia de músicas da Lady Gaga só para ter certeza que iria lembrar até quando chegasse em casa e tentasse dormir. Tentasse, por que fico vendo aquelas fotos e nem vejo o tempo passar.

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Têm quase dez dias que ouvi uma voz que gostaria de ouvir TODOS os dias, dizendo qualquer coisa, bem pertinho.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

#aleatório

O fotolog acaba com minha imaginação para textos. Não que lá eu escreva muita coisa, mas resumo tudo e fico sem palavras para colocar alguma coisa aqui.

Hoje acordei bem tarde. Comecei a re-ouvir Sara Bareilles e digo que vale MUITO a pena conhecer. Uma menina escreveu alguma coisa sobre ela (pouca coisa na verdade) no blog.

Vale muito a pena ouvir também A Fine Frenzy.

Essas mulheres tem talento e falam coisas que saem da minha boca, as vezes, ou ficam apenas no pensamento ou em textos não publicados.

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Acredito que esteja numa fase pós namoro mal acabado. Penso em tantas coisas, mas não é certo dizê-las. Escolhi seguir um caminho e assim será. Sorte para uns, azar para outros. Só sinto um aperto no peito por não saber se realmente esta tudo bem. Como tudo ficou mais longe do que nunca, espero, mesmo, que esteja tudo bem. #aleatório

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Tive o melhor final de semana de todos os tempos. Foi bem infantil, sabe? Parecia que tinha meus 8, 9 anos de novo.
Tudo começou no sábado, fui na casa do Wellington e ríamos igual idiotas, sobre coisas idiotas sem sentido algum. Acabei vindo pra casa super cedo, mas queria ter ficado jogando vídeo-game mais um tempo. No domingo, fui na festinha da priminha. A gente tava super de boa por lá, mas morrendo de vontade de brincar em tudo. Não conseguimos ficar parados nem meia hora e já descemos e fomos invadindo os brinquedos. Foi tão bom brincar e aproveitar tudo aquilo. Dava pra perceber as crianças nos olhando como se aquilo fosse uma bela merda, do tipo "o que esses marmanjos tão fazendo? deveriam estar lá em cima bebendo cerveja e conversando com os adultos sobre seus problemas sociais". Pintamos nossas caras e nos cansamos bastante. Ainda fui dormir na casa da minha irmã e assistimos um bom filme antes de dormir.
Voltei para casa na segunda e a noite sai com o Pedrinho e o Well Well. Tomamos sorvete, circulamos a cidade, fizemos amizade com um mendigo bêbado, rimos muito, visitamos pracinhas, brincamos no balanço e no escorregador e foi tudo lindo.
O carnaval passou. Passou e valeu muito a pena.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

queria tanto que tudo na minha vida ficasse lindo, perfeito, maravilhoso ou, pelo menos, tranquilo. queria que as coisas tomassem caminhos bons e certos.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

nossa, faz um tempinho que não escrevo aqui. acabei esquecendo que tinha um blog.

meus dias de aula estão sendo legais, rever a galerinha é sempre a melhor parte, mas os professores e as matérias parecem ser agradáveis também.

a sala tem várias outras pessoas que eram de outras salas e, com isso, parece estar mais lotada do que o normal. agora, no corredor, há uma sala de calouros, rere. é bom ver gente nova pela área, mas ainda prefiro as pessoas antigas e meus amores platônicos espalhados pela escola.

bom, no final de semana sai com o pedro, a alessandra e o wellington. fomos ao Bar Rio, mas nem ficamos por lá pois não iam mais abrir mesas, malditos. ficamos esperando um pouco lá fora e depois fomos comer por ai, rere.

essa cidade esta parecendo uma sauna, faz um calor muito grande e intenso. a noite sempre chove, mesmo se for pouco. já comentei que odeio o verão? pois bem, odeio o verão. já comentei que o verão é indeciso? pois bem, o verão é indeciso.

em relação ao meu coraçãozinho, creio que fiz algumas escolhas certas. acho que ta bem melhor assim, rere.

bom, hora de assistir without a trace e depois ir dormir. beijos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

platônico

amores platônicos são incríveis. a gente acaba criando vínculos com pessoas que, as vezes, nem sabem que existimos. ficamos observando e sabemos manias, gestos, sons, gostos, risos. amores platonicos me perseguem, sempre me vejo com um. imaginamos que aquela pessoa é a mais perfeita do mundo e o simples fato de passar ao seu lado ou encontrar na rua num domingo quente nos faz abrir um sorriso bobo. dizem que quando amores platônicos deixam de ser platônicos acabam com a graça de tudo.

me sinto feliz com meus vários amores platônicos. é claro que gostaria de ter algo a mais com algum deles, mas é tão bom apenas olhar e desviar olhares quando um deles se encontram.

sábado, 30 de janeiro de 2010

:~

Esses meus pensamentos e dias confusos. Queria tanto poder voltar para aquela época onde a gente não precisava se preocupar com relacionamentos, onde os amigos eram inocentes, onde o mundo era colorido e o céu era mais azul.

A minha capacidade de magoar as pessoas é algo realmente incrível. Queria não ser assim e fazer as coisas certas, mas quanto mais faço as coisas certas, parece que mais coisas erradas surgem pra me dar um nó.

domingo, 24 de janeiro de 2010

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ribeirão preto, calor, sol, muito sol, muito calor, chuva, dormir na cama linda, arrumar o quarto, desfazer as malas, limpar o pc, arrumar algo pra fazer, ir ao centro, comprar ingresso para o jogo, ir ao jogo, tomar chuva, dormir, não ter o que fazer, voltar a rotina, dormir, sonhar, não lembrar do sonho, dar voltas no quarteirão com a julie, dormir, acordar, brincar com o scott, assistir a novela, escrever, viajar em alguns pensamentos, saudade, vontade de voltar, vontade de não perder tempo, confusão, dormir, dormir, dormir, encontrar amigos, tomar sorvete, ir na praça do mal, encontrar mais amigos, rir, rir, rir, sair, dar voltas, cidade do mal, chegar tarde, dormir…

Hoje já é domingo? Tenho só mais uma semana de férias? AEAE
Não aguento mais ficar em casa e tô com saudade do pessoal da faculdade, dia 1º começam minhas aulas e, pela primeira vez na vida, quero muito que chegue esse 1º dia.
As matérias na faculdade esse semestre parecem ser legais. Terei aula de RH e isso é tenso, odeio estudar "pessoas", mas acho que vou me dar bem. Na verdade, espero me dar bem, rere. Além dessa matéria ainda tem algumas com cálculo, Marketing, mais uma matéria com o Quixionome sobre estoque e mais alguma coisa que eu me esqueci. Prometo me esforçar e estudar bonitinha esse semestre, como sempre. RERE

Hoje o dia tá estranho. Acordei e tava sol. Agora pouco tava chovendo. Agora ta um calorzão. Eita! Depois quando digo que odeio o verão as pessoas não sabem porque. O verão é indeciso, rere.
Minha mãe me acordou meio dia por que uma prima minha IA vir aqui imprimi não sei o que, mas acabou não vindo. Arrumei meu quarto atoa, rere. Mentira, nem arrumei. Sorte que ela não veio, teria vergonha se ela entrasse aqui, ta uma linda bagunça. Isso por que arrumei essa semana.
Como de domingo não se tem nada pra fazer, já fui pra minha Farm e fiz a colheita de umas flores novas. Acabei plantando "não sei o que". Esse "não sei o que" demora 4 horas para ficar pronto. Logo, terei que voltar aqui as 19 horas e pouco para colher. Tudo calculado para poder ver o jogo com o meu pai e dar tempo de vir colher, rere. Além do mais, comecei a me viciar em outro jogo, o MAFIA WARS. Esse maldito é viciante, cara. O duro é ter que ficar entrando sempre para fazer as missões e enfrentar as Gang's, rere. Tem que entrar mais vezes do que no Farmville e isso é tenso, mas é um bom jogo. Sou nível 18, ainda. Prometo conquistar o mundo e ser a maior mafiosa de todas MUA HA HA HA. Calei.
Almocei peixe hoje, que delília. Como eu adoro peixe, meus deus. Era filé, de novo. O bom de ser filé é que não tem espinhos, rere, mas adoro ver aquele peixe enorme, assado, na forma e HUMMMM.
Hoje pretendo não sair de casa. Ficarei do sofá pro pc, pro sofá, pro pc e pra cama...

Tava vendo umas fotos num site que achei com minha senha (?) e me deu saudade da escola, do pessoal, dos professores, do ambiente... faz tanta falta. Sei que sou feliz agora, mas naquela época era diferente, uma felicidade mais tranquila, sem tantas preocupações... mais sincera. Ai, ai sinto falta e muita saudade.

A paz invadiu o meu coração
De repente, me encheu de paz
Como se o vento de um tufão
Arrancasse meus pés do chão
Onde eu já não me enterro mais

Gilberto Gil - A paz

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Hoje é sexta-feeeira (8'

Mais uma sexta-feira em casa, que beleza.
Hoje resolvi fazer uma limpa aqui no computador. Deletei tanta coisa que fiquei até com medo de me arrepender e ter excluído algo importante, sempre acontece isso comigo e olha que reviso tudo antes de apertar o lindo botãozinho, rere.
Coloquei todas as fotos num CD, nem tinha muitas. Deu mais ou menos 2 GB de fotos. Algumas deram saudade, como as da "roça". Achei fotos da Rana, cara. Deu um aperto no peito, sinto falta dela. Pena que as fotos não estavam boas, nem dá de vê-la direito.
Bom, com essa limpeza por aqui consegui deixar essa joça um pouco mais rápida. Um pouco não, pouquíssimo mais rápida. Mas gosto quando fica assim, sem nada. Pelo menos não perco tempo olhando certas coisas.
Encontrei uma foto da Thalita também, rere. Ela tem vergonha da foto e nem sei porque. Adoro demais ela, a foto. Bom, a Thalita também, rere. Guardei a foto no CD também, vou guardar pra sempre.
Além da limpa no PC não fiz mais nada. Hoje choveu de novo. Nem sai de casa, nem fui na varanda, nem nada. Fiquei o dia todo dentro desse quarto. Nem comi direito.
Bom, são 4 da manhã e ainda tô aqui. Depois das 3 horas fiquei meio "emo". Odeio isso, mas não consigo evitar. Prefiro tentar me esquivar, quem sabe dá certo. Enfim, sou idiota.
Vou tentar dormir agora.

Preciso escrever bons textos para publicar aqui, os últimos estão todos horríveis e chatos. Pena que na minha vidinha não ocorre nada emocionante. Acho que vou começar a inventar histórias, rere. Quem sabe vira uma profissão. Brincadeirinha.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Tô doente, certeza. Meu nariz não vai parar de beeshisse nunca mais.
Hoje choveu pra caramba. Acordei com a chuva e os trovões. Mamis pediu pra desligar tudo e acabamos almoçando lá na cozinha, na mesa. A gente nunca almoça na mesa, só com chuva, raios e trovões. Comemos peixe, nhain.
A tarde fiquei fazendo nada, assisti a novela e fui "fazer uns ovos" no Farm, de 50 tentativas consegui 12 ovos, que merda. Tá ficando cada vez mais difícil conseguir os ovos. Ainda preciso de 19 pra completar minha última faixa, acho qeu hoje termino se tiver sorte.
Assisti "The Notebook" (Diário de uma Paixão) hoje. Na verdade acabei de assistir e vim escrever. Meus olhos estão vermelhos de tanto chorar. Chorei igual uma idiota, mesmo. Nunca tinha prestado muita atenção no filme. É lindo, mesmo. Aposto que se você ainda não chorou vendo, chorará um dia.
Assistindo essas coisas a gente acaba tentando compreender o amor e pans. É tudo tão complicado. A história é tão bonita que dá vontade de se apaixonar sem medo, sei lá. Cara, eles ficam 7 anos sem se ver e quando se reencontrar volta tudo como era, é tenso. Um dia terei um amor assim, espero. Tipo, não de passar 7 anos longe e tudo mais, mas um amor de verdade, sincero e intenso. Tô a procura, quem quiser é só ligar para (16) 913... brinks.
Vou lá ver Supernatural, ta acabando mais uma temporada no SBT. Não tenho condições de ter tv paga e também não tenho condições de baixar no pc, então assisto por lá mesmo, dublado e lindo. Bom, depois que acabar Supernatural (amanhã) vai começar a passar Gossip Girl /MEDO, é do mal essa série, só putaria. Bom que começa as aulas e não perco tempo com TV.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

21/01/10

"Hoje, amanheceu perfeito um dia do meu jeito feito só pra mim. Hoje, nem não e nem talvez, é a hora, é a vez, é agora, é hoje sim."

Hoje o dia tava lindo. O céu tava com algumas nuvens, mas nada de chuva. O dia tava pronto para ser feliz. E foi.
Bom, não fiz praticamente nada, mas as poucas coisas que fiz já valeram.
Começou como um dia normal, acordei tarde, assisti a novela, tomei um banho... ai me deu vontade de brincar com o Scott e lá fui eu, rere. Ele é um idiota e fica pulando, parece um molecão e tal. Gosto dele. Lembro o dia que ele aparece aqui, mas isso eu conto numa outra oportunidade.
Depois de brincar com o Scott, entrei no quarto e vi que ele não estava do jeito que eu queria. Aproveitei que minha mãe foi até a casa da minha tia e limpei tudo. Acabei trocando quase tudo de lugar. Coloquei minha cama no meio do quarto, coloquei meus livros ao lado da mesa do computador e virei a mesa do computador, rere. Desse jeito o quarto aparenta ser menor e isso é o que sempre quis, rere.
Depois de arrumar o quarto tomei outro banho por que estava muito quente. Recebi uma sms do Gui, me convidando para ir tomar sorvete. Tava morrendo de saudade dele. Ele passou aqui em casa umas 21 e pouco. Voltei quase meia noite. Foi engraçado. Fomos até a sorveteria do Jô, lá na praça 7 de setembro. Tinha esquecido que hoje era quarta e lá tem um povo do mal, rere. Rimos com aquelas figuras. A casquinha que tava o sorvete dele abriu, rere... o bonitinho ainda passou sorvete na minha mão (sem querer, mas passou), caiu um monte de sorvete no chão e no pé dele, rere. Acabamos encontrando uma menina da faculdade e uma amiga dela, não me lembro o nome de nenhuma das duas, mas conversei com elas, rere. O André (?) tava junto.
O Gui vai pra Porto Seguro no final de semana, ficarei mais uma semana sem ver ele e depois começam as aulas. Já disse que tava com saudade dele? Pois é, tava mesmo. Ainda tô, pra dizer a verdade.
Adorei ter conhecido o Gui e acho que o conheci num momento bastante importante. Ele é especial. Adoro ele, mesmo.
Bom, cheguei em casa e já tinha terminado os jogos então fui para o msn e para o farmville colher. Fiz uma homenagem a Michele lá no Farm, tudo bem que não ficou grande coisa, mas foi de coração.
São 4h16 e tô indo dormir. Tô morrendo de sono e acho que tô ficando doente, meu nariz ta meio "zicado". Espero que não seja gripe, por que gripe no calor é um saco, muito saco.

PS: a Julie ta dormindo na minha cama, ela é tão pequena mas ocupou a cama toda. me dá dó de ter que acordá-la, mas fazer o que, rere.

Farmville

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Bom, disse que ia escrever algo sobre o Farmville e cá estou.

Comecei a jogar no ano passado, acho que no meio do ano. Estava de férias em São Paulo e o Juninho me mostrou o jogo. Já tinha dado uma olhada, mas nunca tive coragem de começar a jogar por que achava meio infantil. Ontem vi o quanto que me viciei nisso. Sempre quando entro aqui digito www.facebook.com primeiro. As vezes eu nem quero entrar lá, mas digito sem conhecimento, rere.

Bom, o jogo se resume a cuidar de uma fazenda. Nessa fazenda você pode ter animais, plantações, árvores, casas, celeiros…

O objetivo do jogo é conseguir completas as “faixas” que são adquiridas a cada “etapa” cumprida. Ou seja, se você “colher” de 100 animais ganha uma faixa, depois se “colher” mais 500 ganha outra, mais 1000 outra (não são esses números, mas é mais ou menos isso)… são um total de 4 faixas para cada “etapa” que o jogo oferece.

Quando você planta, ganha XP’s (ou não, alguns itens de plantação são muito rápidos e não proporcionam XP’s) que é o medidor da sua experiência. Quando completa um determinado número de XP’s você sobe um level. (Na imagem, os XP’s são 189123 e o level ocupado é 45, indicados no meio superior da tela).

Você pode e deve adicionar vizinhos a sua Farm (essas fotinhas embaixo), eles são parte essencial do jogo e no começo apenas eles liberam alguns benefícios. Ajude-os sempre que puder, fertilizando e alimentando suas galinhas, dessa maneira você será ajudado também e ainda ganha XP’s e Coins (as moedas do jogo, que ficam à mostra no canto esquerdo superior da tela, no caso 3.557.615).

As plantações demoram um determinado tempo para ficarem prontas, esse tempo fica especificado abaixo da figura do que você quer plantar. Você perde a plantação caso passe de um determinado tempo (ex: se o que você selecionou para plantar demore 4 horas para ficar pronto, você terá NO MÁXIMO 8 horas, desde a hora que plantou, para colher. Ou seja, dmeora 4 horas para ficar pronta e mais 4 horas para morrer). Por isso o jogo é viciante, caso você plante, é obrigado a entrar novamente para colher ou perde tudo. 

Animais e árvores não morrem. Os animais, quando prontos para “colher”, ficam com um negócinho rosa super gay acima de suas cabeças e as árvores apresentam os frutos. Sua Farm fica muito mais bonita quando as árvores estão carregadas de frutos, dica.

Caso queira começar a jogar e subir rápido de level, comece plantando na sua Farm inteira e não ocupe espaços com coisas que não rendam dinheiro. Cada centímetro da sua fazenda é importante.

Ah! No começo sua farm será minúscula, mas com tempo, vizinhos e dinheiro você poderá aumentá-la. Hoje, o máximo é 22x22 (22 quadradinhos por 22 quadradinhos, rere), mas creio que esse final de semana será liberado o 24x24.

Não gaste dinheiro com coisas inúteis e de decoração, caso queira subir de level. É claro que algumas fazendas são bem montadas e muito bonitas, mas não rendem muito dinheiro. Então, beleza e experiência não caminham juntos nesse jogo. Como estou meio enjoada do jogo já, comecei a diminuir o espaço da minha plantação e fazer outras coisas.

Adoro árvores e tenho umas 200 no jogo (deletei umas 100 esses dias, rere). Só não tenho mais por que não cabe, mas quando tiver um tempinho farei minha farm apenas de árvores, rere.

Bom, o jogo está sempre inovando e com isso não fica muito cansativo e creio que não chegue a um final, onde alguém tenha todas as especificações. Então vale a pena jogar.

Apenas fique atento ao que se planta para não perder dinheiro se a plantação morrer (reforçando).

Vamos lá fazer uma conta e jogar, rere. Bom jogo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Monte Azul 1 x 1 Corinthians

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Caramba, hoje era segunda-feira? Nem percebi. Férias são um máximo por causa disso, rere.

Ontem fui ao jogo do Corinthians contra o Monte Azul. Empatamos aquilo, não acredito. Tudo bem que o time não tinha quase nada de novo, mas mesmo assim não achei digno. A única parte boa foi ver que o Iarley joga muito. Sempre quis ele no meu time, pena que veio um pouco velho, mas ta rendendo bastante ainda. Ele deu uns pulos que me deram até medo.

Vai ter um jogo em Araraquara no domingo que vem (acho), queria tanto ir, mas é meio longe e acho que não tenho condições. Se os caras resolverem ir, quem sabe. Peço pro meu pai e ainda carrego ele junto comigo. Nesse jogo vai ter Ronaldo e R. Carlos, seria um sonho vê-los jogando pelo meu time. Esperarei.

Bom, o jogo foi emocionante por parte da torcida. É claro que cada um puxa pro seu lado, mas a torcida do meu time é do mal. É de arrepiar meeeeesmo. Eu tava gravando um vídeo e comecei a tremer, rere (ia colocar o vídeo aqui mas fiquei com preguiça). Quando tomamos o gol de empate os caras começaram a cantar ainda mais alto, meu Deus foi mágico de verdade. O bandeirão subiu bem no meu rumo, mas não chegou até mim por que estavamos muito pro alto.

O tempo tava todo nublado e parecia que ia cair o céu durante o jogo. Fez um calor quase insuportável o dia todo na cidade. Na hora que começou a partida, as nuvens começaram a ir embora e deve ter caído, no máximo, cinco pinguinhos em mim. Levei minha capa de chuva e nem usei, que triste. Os caras que estavam vendendo as capas por $5 na entrada, começaram a vender por $1 na saída, rere. As bandeiras que antes custavam $25, começaram a custar $10 e os caras fariam por menos se pedissem.

Não fiz nada hoje. Ontem cheguei do jogo e capotei no sofá, acordei as 11h de hoje. Dormi quase 14 horas seguidas e ainda tô com sono. Super novidade. Mas tinha chegado quebrada daquele jogo e ainda tinha acordado cedo no dia, acho que foi isso que me deixou tão cansada.

Bom, tô assistindo “Solitários” e tô rindo muito. É engraçado. Dá medo daquilo, mas é engraçado. Os caras tem que ficar com a língua encostada num vidro, quem aguentar mais ganha a prova, rere. Super tenso. O cara saiu chorando. Vou ser obrigada a assistir todos os dias agora. É melhor que BBB, com certeza. RERE

Amanhã acho que vou assistir um filme na casa da prima, ela chamou e pans. Vou ter que acordar um pouco mais cedo, se não chego lá só a noite e quebro as pernas dela, rere.

ps: não reviso mais nenhum texto, se tiver erro que se lasque. ninguém lê isso mesmo /2bjs.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Engenheiros (:

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AH! Tive que escrever de novo. Tava aqui fuçando em sites nada a ver e ouvindo Engenheiros. Nossa, viajei nas músicas. Como eu nunca tinha ido atrás de ouví-los? É muito bom, meu Deus. Super recomendo a todo mundo a partir de agora. Baixei a discografia toda, rere. Acho que vou me viciar e aprender todas as músicas.

PS: eu sempre chego atrasada nas melhores coisas, incrível.

Crônica

já não passa nenhum carro por aqui
já não passa nenhum filme na tv
você enrola outro cigarro por aí
e não dá bola pro que vai acontecer
mais um pouco e mais um século termina
mais um louco pede troco na esquina
tudo isso já faz parte da rotina
e a rotina já faz parte de você
você que tem idéias tão modernas
é o mesmo homem que vivia nas cavernas
todo mundo já tomou a coca-cola
a coca-cola já tomou conta da china
todo cara luta por uma menina
e a palestina luta pra sobreviver
a cidade, cada vez mais violenta
(tipo chicago nos anos quarenta)
e você, cada vez mais violento
no seu apartamento ninguém fala com você
você que tem idéias tão modernas
é o mesmo homem que vivia nas cavernas

sábado, sábado, sábado, sá-ba-do (8) Q

Não vai parar de chover nunca mais, fato. Esta chovendo desde a hora que eu acordei e olha que hoje acordei antes do almoço. Só dá pra ouvir o barulho dos pingos e dos pneus passando nas poças d’água.

Não gosto muito de chuva. Quando chove e você está sozinho em casa não tem nada de bom pra fazer. Você quer ficar na internet fazendo nada, mas se tiver caindo vários raios nem isso você pode. Você quer ver tv, mas por incrível que pareça não está passando nada de interessante, pra variar. Você quer jogar algo, mas lembra que está sozinha. Então o que você faz? DORME, obviamente. Só não estou dormindo por que a chuva não está tão forte, ai posso ficar aqui, mas daqui a pouco deito, certeza.

Gente, meu Farmville ta super desorganizado. Fico comprando e aceitando tudo e esqueço de excluir ou guardar. Quero fazer uma limpa naquelas árvores quando completar a última faixa de colheita. Tô pensando em deletar todos os animais, mas não sei se consigo. Daqui a pouco vou “fazer” um ovos por lá, rere. Ai, Farmville é tão viciante. Qualquer dia copio o Juninho e escrevo algo sobre o jogo.

Ah! Comecei a publicar aqui pelo Windows Live Writer, é bom. Pelo menos não precisa ficar entrando no Blog, fazendo login e toda aquela coisa chata de sempre. Ah, acho que ele salva os textos no computador também, depois vejo. Assim é melhor, por que perdi vários textos do outro blog e foi tenso.

Meu fotolog ta louco, não atualiza nunca mais. Não gosto dele mesmo. Vai ver ele descobriu isso /fail.

NOSSA, lembrei de uma coisa. Ontem fomos lá no estádio comprar meu ingresso pro jogo do Corinthians e tudo mais. No caminho, o Zé não viu que a rua que ele ia virar era duas mãos e quase arrebentou o carro em outro. Foi tenso, eu tava atrás. Se tivesse batido ia acabar com a minha cara, certeza. Sorte que ele brecou e o cara desviou um pouco, tenso. Logo agora que eu tinha esquecido o outro acidente ;x vou ficar com medo pra sempre, é.

Amanhã tem o jogo e espero que não esteja chovendo, se não ficarei doente, certeza.

não revisei o texto de novo, ando escrevendo direto. espero que meus erros não sejam muitos, rere. adorava “cabular” as aulas de português, rere [2] /mentira.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Férias

Sabe quando você acaba de voltar de férias e deseja que o ano passe totalmente rápido para que elas retornem? Pois é, estou assim. Na verdade nunca senti isso, sempre deixei passar e não contava os dias para ter tudo de novo, mas esse ano foi diferente. Sendo assim, creio eu que foi uma das melhores férias da minha vida.
Sabe quando você passa mais de um ano querendo ver, conversar, sentir, olhar etc algumas pessoas e esse dia chega? Pois é, aconteceu nas minhas férias.
Sabe quando você deseja passar o Ano Novo com seus amigos, mas acaba passando com sua família e percebe que foi a melhor virada de ano da sua vida até o momento? Também aconteceu nessas férias.
Uma simples viagem me proporcionou tantas coisas que merecia uns 3 textos, no mínimo. Mas vou tentar resumir tudo pra ficar mais fácil. Quem sabe um dia escrevo com todos os detalhes.

Cheguei em São Paulo no penúltimo dia do ano e não fiz nada. Cheguei a noite e dormi.
No último dia fomos “ver” a São Silvestre e acabamos não vendo nada. Nem largada, nem chegada, nem corredores ‘oficiais’, só um bando de louco fantasiado. Cara, nunca senti tanto cheiro de Gelol na minha vida.
O episódio ‘marcante’ desse dia foi o Gabriel indo comprar água e depois de dois passos perceber que estavam dando de graça, foi tenso. Certeza que o Tiozinho pegava as águas que estavam sendo distribuídas gratuitamente e revendia para os bobões (rere).
Vi a Michele pela primeira vez aquele dia. Fiquei com ela meia hora, acho. Ela tava com o irmão, absurdamente mais alto que ela. A tia dela ia correr por lá.

Na virada do ano fiquei em casa e passei de chinelo e meia. Juro que fiquei com preguiça de me arrumar. Levei um lindo banho de champagne e bebi um pouquinho. A casa tava BEM lotada. Acabamos indo dormir às 6 da manhã e acordamos antes do meio dia. Almoçamos tudo junto e ficamos fazendo nada a tarde toda. Os ‘homens’ da casa começaram a jogar truco e eu aprendi olhando, agora sou craque, beijos.

No domingo fomos até o Ibirapuera e o pessoal que tava na casa foi tudo embora. Encontrei a Michele de novo e ficamos conversando. O Sobrinho e o Carlos foram andar de bicicleta, mas nem andaram. Precisavam de alguém maior de idade e eles são pirralhos e não sabem telefonar. Tava bem quente e comecei a pegar marquinha de camiseta no braço, estão lindas agora.

Na segunda fomos ver a apresentação do Roberto Carlos, lá no Parque São Jorge. Chegamos no metrô e quase nos perdemos, por que começamos a seguir uns corintianos que estavam indo pro lado oposto (rere). Sorte que decidimos parar e perguntar. Chegamos lá e havia uma fila ENORME. Ficamos naquela linda fila umas duas horas até que abriram os portões e nós entramos. O legal foi que nós ficamos lá dentro menos de uma hora, num sol escaldante (que aumentou, e muito, a minha marca de camiseta no braço). O bonitinho jogou uma bola pra fora do estádio (quem vê pensa que tem um chute forte).
Depois o Juninho e o Carlos foram para o Palestra Itália (éca) e o Gabriel e eu voltamos pra casa por que ele estava passando mal.
A noite teve o episódio do rato. SIM, um rato. Havia um rato no quarto. Haviam três homens e duas mulheres acordadas. Haviam homens pulando no sofá e uma mulher tentando matar o bonitinho do rato. Fiquei assistindo tudo pelo computador. Acabou que o rato fugiu e todos viveram felizes para sempre. O Juninho e o Biel foram dormir com a Tia Rô, tsc tsc tsc. Muito feio, meninos (rere).

Na terça-feira fomos ao Brás e a 25. A Giovanna tinha ido lá pra ‘casa’ e foi com a gente. Andamos muito, muito mesmo e voltamos para casa depois do almoço. Não compramos quase nada. Eu apenas comprei duas cuecas, é.

Na quarta-feira fui ao cinema e assisti “Encontro de Casais”. Super recomendo o filme, é engraçado. Antes do cinema conheci a Ju, own. Encontrei alguém mais tímida do que eu, beijos.

Na quinta-feira fui na Paulista dar uma volta com a Michele de novo. Encontramos um cara muito do mal, fiquei com medo de verdade. Era uma beesha, tenho certeza. Só que ele não assumiu. “NÃO ACREDIIIIIIIIIIITO”, tenso.

Na sexta-feira conheci a Dane pessoalmente, own. Conheci também o Rapha e a Maria (grande). Fomos ao cinema e assistimos Sherlock Holmes que não é lá grande coisa. Teve gente que dormiu na sessão.

No sábado não fiz nada. Fiquei morgando em casa, linda.

No domingo vi o Guizão, a Guti, a Danilinda, a Dane e o Guiponto. Tive que ficar pouco tempo com eles, infelizmente. Larguei todos bebendo num bar, tsc tsc tsc.

Na segunda-feira não fiz nada de novo. Nada que eu me lembre.

Na terça-feira a Dane foi com a gente no parque.

Na quarta-feira de manhã voltei pra casa.

NOSSA, que super resumo. Tenho certeza que esqueci de várias coisas e posso ter trocado os dias, mas foi mais ou menos isso.
São Paulo é lindo, adoro aquele lugar. Preciso de mais dinheiro pra voltar. Não vejo a hora de voltar. Se o ano passar rápido daqui a pouco estou lá de novo (rere).
Dessa vez não teve nenhuma música que ‘embalou’ minhas férias. Só ouvi muito Lady Gaga e Paramore, mas nada demais. Sempre ouço mesmo.
Conheci muitas pessoas e elas tornaram esses 15 dias especiais, de verdade. Obrigado por tudo, pessoas.

Fim.

PS: não revisei o texto.

Meu coração vai te mostrar que esse amor não precisa esperar (8'