sábado, 10 de abril de 2010
Lembranças
domingo, 4 de abril de 2010
“Mas você parece ser uma pessoa que não demonstra muito seus sentimentos, né?”
Aí é que tá. As pessoas acham que pelo fato de alguns não demonstrarem, é porque não sentem. Mas, muito pelo contrário. Acho que sinto até demais. Só prefiro guardar pra mim. Não me pergunte o porque, sempre foi assim.
Não sei se é só a minha opinião, mas quando as pessoas demonstram demais acabam se tornando frágeis, pois podem achar que como gostam da pessoa, a pessoa automaticamente passa a gostar dela. E não é assim. Não é assim MESMO. Quando você se “declara” a alguém, qualquer simples palavra ou demonstração que a outra pessoa dá acaba se tornando a coisa mais “linda”, “fofa”, “foda”, “fantástica”... que essa pessoa fez. Mas não é assim. As vezes, a pessoa só demonstra carinho e isso não é “gostar” ou “amar”, as vezes (e na imensa maioria das vezes) isso é só afeto e/ou educação. E isso é errado, mentir pra não magoar.
Mas nem é isso que quero dizer. O buraco é mais embaixo. Quero que você veja que quando digo “gosto de você”, “te queria aqui comigo”, “sinto sua falta”, “penso em você sempre” etc, é por que eu REALMENTE sinto tudo isso. E, às vezes, podem ser poucas as palavras, mas o sentimento é BEM maior que todas elas, que todo o dicionário, que todas as palavras em todas as outras línguas, que todas as palavras que nem existem... mas isso ninguém vê, porque simplesmente não demonstro, mas SINTO. E sinto de uma forma gigantesca.
Agora, para de ‘gracinha’ e coloca uma coisa ai dentro da sua cabeça: gosto de você de verdade. É difícil entender? São só cinco palavras.
Sentimentos deveriam ser mais fáceis.
Nunca fui boa com tacos e bolas...
Num belo sábado chuvoso, sem nada pra fazer (e com todo mundo lotado de chocolate, pois ninguém esperou que a Páscoa chegasse para abrir os ovos), fomos para a casa da Si.
A Si, mora lá no quinto dos infernos e a casa dela é grande. Na casa moram ela, o marido, um cachorro, uma cadela e um gatinho MUITO fofo (o Tom).
Chegamos lá às 15 horas e “estudamos” até às 19 horas. “Estudamos”, porque a gente realmente conversou mais do que prestou atenção no exercício, mas mesmo assim, ainda conseguimos fazer algumas partes.
Eis que a mesa de sinuca estava me chamando e não conseguia parar de olhá-la. Então, a Si, vendo que eu estava inquieta na mesa querendo sair logo dali, disse: Vamos lá jogar? Como ela é dona da casa não tinha como dizer “não”. Então fomos, todos. Jogamos e jogamos. O bom é que ninguém é bom (tirando o Paulinho e o amigo dele). Eram partidas de 40 minutos, no mínimo. A gente deu boas risadas.
Começamos o churrasco e a Si abriu uma garrafa de vodka pra gente (ela e eu). Começou a fazer minha bebida e, quando vi, já tava tontinha. Quem diz que joga melhor sinuca quando está bêbado, deveria me ensinar. Comigo é totalmente ao contrário, consigo ficar BEM pior. Mas enfim, fiz parceria com o Gui, depois com a Japa, depois com o amigo do Paulinho... eu era de todo mundo.
Foi bom, voltei pra casa 1 hora e pouco da manhã. Fiquei doze horas na casa dela, cara. Quanta coisa. Pena que ela mora lá do outro lado da cidade.
Esperando, ansiosamente, outros dias de estudo.
Nunca fui boa com tacos e bolas...
Era uma vez... cinco universitários que tentavam entender um pouco mais de uma matéria considerada FO-DA (pense na matéria mais foda que você já viu, agora pense em números, agora pense em números quebrados que deverão ser guardados para que considere-se todas as 25 casas depois da vírgula (para dar o número mais “exato” possível), agora pense em impostos, agora pense em porcentagem, agora pense em um exercício de DUAS folhas (com os dados para chegar na resposta final), agora pense em mil passos para chegar numa fórmula enorme. Pensou? Então, é um pouco mais difícil que isso). Para isso, não bastava estudar na sala, na biblioteca, em casa... a gente tinha que se reunir. E o fizemos.
Num belo sábado chuvoso, sem nada pra fazer (e com todo mundo lotado de chocolate, pois ninguém esperou que a Páscoa chegasse para abrir os ovos), fomos para a casa da Si.
A Si, mora lá no quinto dos infernos e a casa dela é grande. Na casa moram ela, o marido, um cachorro, uma cadela e um gatinho MUITO fofo (o Tom).
Chegamos lá às 15 horas e “estudamos” até às 19 horas. “Estudamos”, porque a gente realmente conversou mais do que prestou atenção no exercício, mas mesmo assim, ainda conseguimos fazer algumas partes.
Eis que a mesa de sinuca estava me chamando e não conseguia parar de olhá-la. Então, a Si, vendo que eu estava inquieta na mesa querendo sair logo dali, disse: Vamos lá jogar? Como ela é dona da casa não tinha como dizer “não”. Então fomos, todos. Jogamos e jogamos. O bom é que ninguém é bom (tirando o Paulinho e o amigo dele). Eram partidas de 40 minutos, no mínimo. A gente deu boas risadas.
Começamos o churrasco e a Si abriu uma garrafa de vodka pra gente (ela e eu). Começou a fazer minha bebida e, quando vi, já tava tontinha. Quem diz que joga melhor sinuca quando está bêbado, deveria me ensinar. Comigo é totalmente ao contrário, consigo ficar BEM pior. Mas enfim, fiz parceria com o Gui, depois com a Japa, depois com o amigo do Paulinho... eu era de todo mundo.
Foi bom, voltei pra casa 1 hora e pouco da manhã. Fiquei doze horas na casa dela, cara. Quanta coisa. Pena que ela mora lá do outro lado da cidade.
Esperando, ansiosamente, outros dias de estudo.