Era uma vez... cinco universitários que tentavam entender um pouco mais de uma matéria considerada FO-DA (pense na matéria mais foda que você já viu, agora pense em números, agora pense em números quebrados que deverão ser guardados para que considere-se todas as 25 casas depois da vírgula (para dar o número mais “exato” possível), agora pense em impostos, agora pense em porcentagem, agora pense em um exercício de DUAS folhas (com os dados para chegar na resposta final), agora pense em mil passos para chegar numa fórmula enorme. Pensou? Então, é um pouco mais difícil que isso). Para isso, não bastava estudar na sala, na biblioteca, em casa... a gente tinha que se reunir. E o fizemos.
Num belo sábado chuvoso, sem nada pra fazer (e com todo mundo lotado de chocolate, pois ninguém esperou que a Páscoa chegasse para abrir os ovos), fomos para a casa da Si.
A Si, mora lá no quinto dos infernos e a casa dela é grande. Na casa moram ela, o marido, um cachorro, uma cadela e um gatinho MUITO fofo (o Tom).
Chegamos lá às 15 horas e “estudamos” até às 19 horas. “Estudamos”, porque a gente realmente conversou mais do que prestou atenção no exercício, mas mesmo assim, ainda conseguimos fazer algumas partes.
Eis que a mesa de sinuca estava me chamando e não conseguia parar de olhá-la. Então, a Si, vendo que eu estava inquieta na mesa querendo sair logo dali, disse: Vamos lá jogar? Como ela é dona da casa não tinha como dizer “não”. Então fomos, todos. Jogamos e jogamos. O bom é que ninguém é bom (tirando o Paulinho e o amigo dele). Eram partidas de 40 minutos, no mínimo. A gente deu boas risadas.
Começamos o churrasco e a Si abriu uma garrafa de vodka pra gente (ela e eu). Começou a fazer minha bebida e, quando vi, já tava tontinha. Quem diz que joga melhor sinuca quando está bêbado, deveria me ensinar. Comigo é totalmente ao contrário, consigo ficar BEM pior. Mas enfim, fiz parceria com o Gui, depois com a Japa, depois com o amigo do Paulinho... eu era de todo mundo.
Foi bom, voltei pra casa 1 hora e pouco da manhã. Fiquei doze horas na casa dela, cara. Quanta coisa. Pena que ela mora lá do outro lado da cidade.
Esperando, ansiosamente, outros dias de estudo.